Das duas uma: ou isso é um sinal de que quando eu puder me comprometer com um emprego, outras oportunidades aparecerão tão repentinamente como essa, ou é Murphy zoando comigo, pra variar.
Vou-me embora pra Pasárgada!
Lá sou amiga do rei
Lá tenho sono tranqüilo, porém não eterno
Na cama que escolherei.
Desejo para todos aquilo que mais tenho buscado para eu mesma: boas e longas noites de sono.
Que comece a contagem regressiva para o 4 de julho de 2009!
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Lapidando o poder de persuasão audaciosamente, colocando em prática uma estratégia diferente em prol de um motivo bem bestinha. Se der certo vou passar a usar essa tática
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Fantástico!
Depois de encontrar sem a menor intenção, num golpe de sorte, os quadrinhos embaladinhos, bonitinhos, raros e convidativos e, como se não bastasse, comprar o DVD por apenas 12 reais, assisti ao filme neste sábado último, gélido, devidamente abafada, pela segunda vez; o qual me pareceu tanto, quiçá mais emocionante e lindo quanto da primeira vez que assisti.
Complicado... e é por essas e outras que a psicologia nem passa mais pela minha cabeça como uma opção.
Cappuccino é uma bebida italiana preparada com café expresso e leite. Um cappuccino clássico consiste em um terço de café expresso, um terço de leite vaporizado e um terço de espuma de leite vaporizado. Variações populares do cappuccino como o café latte e o macchiato consistem basicamente na alteração destas proporções. O uso de chocolate em pó no cappuccino é uma prática comum no Brasil, mas não faz parte da receita tradicional.
Na Itália, o cappuccino é consumido geralmente pela manhã, como parte do café-da-manhã, apesar de não ser incomum ver os italianos bebendo-o durante o dia - não acompanhando uma refeição. Nos outros países é consumido durante o dia ou após o jantar.
O termo cappuccino é do século XVI e tem sua origem nos frades pertencentes a um ramo da ordem franciscana, já em 1905 que a bebida "cappuccio" deriva de capuz (do latim cappa), pois assim os frades franciscanos são chamados devido ao capuz que trazem preso ao hábito, e o nome da bebida deve-se a sua cor, que lembra a do hábito dos frades capuchinhos.
Além da qualidade do café expresso, o elemento mais importante para a preparação do cappuccino é a textura e temperatura do leite. Quando um barista vaporiza o leite para o cappuccino, cria uma "microespuma" ao introduzir pequenas bolhas de ar no leite, conferindo a ele uma textura aveludada, cremosa e brilhante, sem no entanto deixá-lo com bolhas na superfície (removidas após a vaporização, ao bater a leiteira em uma superfície sólida).
Fonte: Wikipédia.__________________________
Como pode ser tão bom e útil, ainda por cima!? O café e suas variações de preparo têm sido minha fonte de energia para manter-me
A reportagem especial traz dados que espantam. Aqui no estado do Rio Grande do Sul, se encontra o maior número de ocorrências de suicídio do país inteiro, e que o mesmo é responsável por uma quantia maior de mortes - cerca de aproximadamente 1000 pessoas por ano - do que as causadas por acidentes de trânsito. O que chama atenção além deste fato é a faixa etária em há maior incidência de suicídios. Muitos acham que na sua maioria ocorrem com mais freqüência entre adultos e idosos, porém engana-se quem pensa desta forma. A matéria aponta que este tipo de ato é mais freqüente entre jovens. Especialistas tentam encontrar uma explicação na genética, nos fatores culturais e claro, na psicologia. Durkhein ignora, em sua teoria, os fatores físico-biológicos, psicológicos, e analisa este tipo de ação sob a ótica social: qual o grupo social onde mais ocorre e as características do mesmo. Ao contrário do sociólogo, penso que é impossível saber o que realmente se passa na cabeça de uma pessoa que opta por algo assim. Nenhum motivo parece justificar a escolha de acabar com a própria vida, mas, geralmente, pessoas que tentam ou cometem suicídio encontram-se num quadro de depressão forte, desilusão. Pior ainda é saber que através da internet, o interessado em cometer o ato pode receber orientações de várias pessoas, e até mesmo transmiti-lo ao vivo para as mesmas.
Escrevi sobre isso, pelo fato de um ato desta natureza ter se consumado com alguém próximo do meu pai. Eu não conhecia o tal indivíduo, e sim o pai dele, mas não é necessário o conhecimento do envolvido para sensibilizar-se com a situação. Confesso que estou chocada até agora com o fato e a infeliz coincidência com o que ouvi pela manhã. Hoje, infelizmente, tive a prova de que esta estatística apresentada através da reportagem e a problemática levantada não são vagas. Este é um problema que em hipótese alguma deve ser ignorado. Qualquer tendência deve ser observada e tratada o quanto antes, a fim de que o quadro não se agrave e resulte em uma tragédia do tipo. Afinal, quem fica é que sente a maior dor; a da perda, de ter de aprender a conviver com a ausência de alguém.
Só pra reforçar: "Não importa a tua escolha, tu sabe que tem o meu apoio pra tudo, bem como eu sei que eu terei o teu e a tua amizade sempre."
Fica a dica.
Primeiro, porque a obra se trata de uma homenagem do autor para a sua esposa à sua melhor forma de expressão: a escrita. Tão simples e tão rica, é quase uma tentativa de desculpar-se pelos seus erros, sendo o principal deles, eu diria, o fato de não aceitar, não admitir que a amava mais que tudo e que sua existência "inexistente" - tal qual o próprio André Gorz escreveu - dependia totalmente dela.
Segundo, porque o autor era jornalista. Com isso percebi o isolamento que a profissão pode trazer, porém, apesar disso, me senti mais atraída ainda por ela. Adorei a passagem que fala que o jornalista nunca pára de trabalhar e que sente necessidade de fazer anotações a qualquer hora do dia ou da noite, a qualquer momento. É o que eu deveria fazer. Eu poderia escrever milhões de coisas mas quase sempre não faço por pura preguiça e tudo aquilo que estava na minha cabeça acaba caíndo no esquecimento.
Terceiro: cheguei a conclusão de que jamais conseguirei escrever um livro tão bom quanto os que leio. André no livro também diz que tudo pareceu mudar quando teve a sua primeira obra publicada, que parecia que havia perdido o interesse nela depois disso. Cabe a mim então admirar, ler, reler e no máximo dar minha opião sobre. E só.
Quarto: No livro me identifiquei com vários "conceitos" do autor que eu nunca parei para botar no papel ou nunca consegui formular com palavras, denovo talvez pela preguiça ou até incompetência.
E quinto e último, talvez o mais importante: o fato de o livro ter sido uma indicação da Lê, que me disse o que eu sentiria - e realmente senti - depois de lê-lo.
Me senti tão bem lá hoje e fiquei mais fascinada ainda com tudo o que o curso e a faculdade oferecem. Óbvio que por ser particular não há como comparar com a Federal, mas putz! Desde o teu primeiro dia tu já pode sair fazendo estágio voluntário na rádio, nos programas de tv, no jornal virtual e etc. Fora isso, outra coisa muito interessante é um programa de mobilidade acadêmica - se não me falha a memória - que funciona como um intercâmbio: tu paga um número X de créditos para a faculdade e pode estudar no exterior em alguma faculdade que tenha convênio com a PUC, sem atrasar o curso. Meu interesse sempre foi maior na área impressa, redação, fotografia, porém, depois de ver o rádio e a tv é impossível não adorar. Sem falar na estrutura em si que a faculdade oferece, com equipamentos, estúdios e uma sala cheia de Macs.
Não importa quanto eu vou ganhar, se o meu estágio vai ser remunerado ou não, porque eu vou fazer o que eu realmente gosto, e essa paixão só tende a aumentar.
Em dezembro, fazer vestibular com força total. Eu quero o 1º lugar!
A noite foi do Ray e do Robby claro, mas os músicos que os acompanharam também merecem elogios. Manzarek foi o mais louco e conseguiu chamar muito mais atenção que o vocalista, com direito a cerveja durante o show, comentários sobre cachaça, chute no banquinho e Light My Fire com os pés. O Krieger me pareceu melhor do que nunca, tocando muito apesar da idade. Só quem esteve lá e ouviu Spanish Caravan para acreditar nisso. Brett Scallions saiu com uma imagem positiva ao menos para mim. Ele em momento algum quis ocupar o espaço de Jim, e sim lembrou e ergueu uma bandeira da platéia em homenagem.
Quanto ao repertório, clássicos! Senti falta de Roadhouse Blues, The End, Moonlight Drive, People Are Strange... mas só o fato de a banda vir para cá compensa.
Foi um show dançante, digamos; o pessoal não queria empurrar e sim espaço para dançar conforme o corpo se manifestasse ao sentir as músicas. O público as conhecia, cantava junto e, quem não dançava ficava parado de admiração e surpresa.
As minhas acompanhantes nesse show não poderiam ter sido melhores. A noite sem elas não teria sido a mesma.
Foram 2 horas maravilhosas que fizeram valer à pena a distância do local, o valor e as cinco horas em pé. Não há dinheiro que substitua tudo isso. E eu saí de lá muito feliz, completamente rouca, pronta pra outra e com a certeza de que Jim se fez presente sim.
O que me magoa é que parece que tudo o que se fez por ele não foi o suficiente. Ele queria estar no hospital e ter um médico se caso ele achasse que havia algo errado, só que ninguém tem cacife pra isso... Me magoa, porque a maior sacrificada no final das contas foi a minha mãe.
Mudando o assunto: acabei de ler o Vol. III da Torre Negra, hoje pretendo iniciar o IV. É a milésima vez que digo isso, mas a cada livro a história consegue ficar melhor.
Chocolate para uns bons meses... não é exagerada a quantia de 7 caixas de bombons iguais?