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27 September 2008 @ 10:31 pm
Já quase nem sabendo mais o que era uma festa, encarei uma à fantasia. De todo não foi terrível; poderia ter sido pior se eu não tivesse a câmera na mão. Só que a minha cabeça já não suporta mais são as músicas. Daqui pra frente só bailão ou discoteca.
 
 
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15 September 2008 @ 11:47 pm
Pior que não conseguir uma é tê-la nas mãos e ter de recusar.
Das duas uma: ou isso é um sinal de que quando eu puder me comprometer com um emprego, outras oportunidades aparecerão tão repentinamente como essa, ou é Murphy zoando comigo, pra variar.
 
 
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03 September 2008 @ 09:16 pm
Queria escrever coisas bonitas e interessantes para os poucos que eu sei que lêem o que escrevo - anônimos ou não - neste humilde espaço. O tempo deu-me uma rasteira e resolveu atender ao meu pedido: o de passar o mais depressa possível; portanto não posso reclamar. Minhas defesas imunológicas resolveram se aliar a ele para promover uma rasteira coletiva, quase um motim. Como se não bastasse, o espírito de velha me possuiu brutamente, exalando  - e agravando - aquele meu mau-humor bem característico. Assim como Manuel Bandeira...

Vou-me embora pra Pasárgada!
Lá sou amiga do rei
Lá tenho sono tranqüilo, porém não eterno
Na cama que escolherei.


Desejo para todos aquilo que mais tenho buscado para eu mesma: boas e longas noites de sono.

 
 
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05 July 2008 @ 09:30 pm
Já não é mais, eu sei... cada vez mais velha e rabugenta. Gostaria de agradecer a todos os abraços e parabéns pelo dia, obrigada mesmo!
Que comece a contagem regressiva para o 4 de julho de 2009!
 
 
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Exatamente; por acidente. Óbvio que fui fazer a prova querendo muito passar apesar de saber que não poderia começar a cursar agora. Eis que faço os prognósticos, confiro duas, três vezes a correção das questões e, aos vinte e cinco dias do mês de junho de 2008 recebo um e-mail da Universidade com um baita parabéns no assunto. Não satisfeita fui conferir o listão no site, e era verdade. Passei! Agora é só repetir a dose em dezembro (e janeiro, acima de tudo!).
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Lapidando o poder de persuasão audaciosamente, colocando em prática uma estratégia diferente em prol de um motivo bem bestinha. Se der certo vou passar a usar essa tática
 
 
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16 June 2008 @ 07:38 pm
" [...] Um humilde veterano do teatro de vaidades escalado com vítima e vilão pelas vicissitudes do destino. Esta máscara não é um mero vestígio de vaidade. É um vestígio da vox populi, que não mais existe. No entanto, esta valente visita de um irritante ser ultrapassado visa varrer esses vermes venais e virulentos da vanguarda do vício que permitem a viciosa e voraz violação da vontade. O único veredicto é vingança, uma vendetta mantida como voto, não em vão, por seu valor e veracidade que um dia vingará os zelosos e virtuosos. Na verdade, depois desta vívida verbosidade tão vociferante só quero dizer que é uma honra conhecê-la. Pode me chamar de V."
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Fantástico!
Depois de encontrar sem a menor intenção, num golpe de sorte, os quadrinhos embaladinhos, bonitinhos, raros e convidativos e, como se não bastasse, comprar o DVD por apenas 12 reais, assisti ao filme neste sábado último, gélido, devidamente abafada, pela segunda vez; o qual me pareceu tanto, quiçá mais emocionante e lindo quanto da primeira vez que assisti.
 
 
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09 June 2008 @ 08:05 pm
Não há espaço para a cogitar e muito menos aceitar o fracasso. É do conhecimento de todo e qualquer ser humano a sua existência, porém, por mais que se tente ignorar a sua possibilidade ele se faz presente, até mesmo nas profundezas da mente da criatura mais otimista deste mundo, no âmago do ser. Como lidar com isso? Não faço a mínima idéia. Cada um, cada um; somente o sentimento é comum.
Complicado... e é por essas e outras que a psicologia nem passa mais pela minha cabeça como uma opção.
 
 
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04 June 2008 @ 09:49 pm

Cappuccino é uma bebida italiana preparada com café expresso e leite. Um cappuccino clássico consiste em um terço de café expresso, um terço de leite vaporizado e um terço de espuma de leite vaporizado. Variações populares do cappuccino como o café latte e o macchiato consistem basicamente na alteração destas proporções. O uso de chocolate em pó no cappuccino é uma prática comum no Brasil, mas não faz parte da receita tradicional.

Na Itália, o cappuccino é consumido geralmente pela manhã, como parte do café-da-manhã, apesar de não ser incomum ver os italianos bebendo-o durante o dia - não acompanhando uma refeição. Nos outros países é consumido durante o dia ou após o jantar.

O termo cappuccino é do século XVI e tem sua origem nos frades pertencentes a um ramo da ordem franciscana, já em 1905 que a bebida "cappuccio" deriva de capuz (do latim cappa), pois assim os frades franciscanos são chamados devido ao capuz que trazem preso ao hábito, e o nome da bebida deve-se a sua cor, que lembra a do hábito dos frades capuchinhos.

Além da qualidade do café expresso, o elemento mais importante para a preparação do cappuccino é a textura e temperatura do leite. Quando um barista vaporiza o leite para o cappuccino, cria uma "microespuma" ao introduzir pequenas bolhas de ar no leite, conferindo a ele uma textura aveludada, cremosa e brilhante, sem no entanto deixá-lo com bolhas na superfície (removidas após a vaporização, ao bater a leiteira em uma superfície sólida).

Fonte: Wikipédia.
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Como pode ser tão bom e útil, ainda por cima!? O café e suas variações de preparo têm sido minha fonte de energia para manter-me viva acordada à tarde.

 

 
 
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03 June 2008 @ 09:13 pm
Ocupar a mente é uma das melhores coisas que existem. Pode ser cansativo? Pode. Pode roubar um tempo? Pode. No entanto, nunca gostei tanto de ter aula como agora, inclusive em alguns sábados. Tive a melhor aula de história e literatura em muitos anos no último final de semana. Levantar mais cedo um dia a mais um dia a menos, nem faz mais diferença.
 
 
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26 May 2008 @ 09:26 pm
Hoje pela manhã, o professor de história perguntou pra turma quem assinava Zero Hora, e logo depois, quem assina e não leu a desse final de semana. Eu fui uma das várias pessoas que levantou a mão. Ele perguntou porque desde domingo o jornal vem publicando, até amanhã, uma matéria especial sobre suicídio. Disse também que, depois de ele ter fundamentado um pouco de sociologia, mais precisamente sobre Durkhein, poderíamos ler a matéria e ter um olhar mais crítico e associar às teorias do sociólogo sobre o assunto.
A reportagem especial traz dados que espantam. Aqui no estado do Rio Grande do Sul, se encontra o maior número de ocorrências de suicídio do país inteiro, e que o mesmo é responsável por uma quantia maior de mortes - cerca de aproximadamente 1000 pessoas por ano - do que as causadas por acidentes de trânsito. O que chama atenção além deste fato é a faixa etária em há maior incidência de suicídios. Muitos acham que na sua maioria ocorrem com mais freqüência entre adultos e idosos, porém engana-se quem pensa desta forma. A matéria aponta que este tipo de ato é mais freqüente entre jovens. Especialistas tentam encontrar uma explicação na genética, nos fatores culturais e claro, na psicologia. Durkhein ignora, em sua teoria, os fatores físico-biológicos, psicológicos, e analisa este tipo de ação sob a ótica social: qual o grupo social onde mais ocorre e as características do mesmo. Ao contrário do sociólogo, penso que é impossível saber o que realmente se passa na cabeça de uma pessoa que opta por algo assim. Nenhum motivo parece justificar a escolha de acabar com a própria vida, mas, geralmente, pessoas que tentam ou cometem suicídio encontram-se num quadro de depressão forte, desilusão. Pior ainda é saber que através da internet, o interessado em cometer o ato pode receber orientações de várias pessoas, e até mesmo transmiti-lo ao vivo para as mesmas.
Escrevi sobre isso, pelo fato de um ato desta natureza ter se consumado com alguém próximo do meu pai. Eu não conhecia o tal indivíduo, e sim o pai dele, mas não é necessário o conhecimento do envolvido para sensibilizar-se com a situação. Confesso que estou chocada até agora com o fato e a infeliz coincidência com o que ouvi pela manhã. Hoje, infelizmente, tive a prova de que esta estatística apresentada através da reportagem e a problemática levantada não são vagas. Este é um problema que em hipótese alguma deve ser ignorado. Qualquer tendência deve ser observada e tratada o quanto antes, a fim de que o quadro não se agrave e resulte em uma tragédia do tipo. Afinal, quem fica é que sente a maior dor; a da perda, de ter de aprender a conviver com a ausência de alguém.
 
 
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26 May 2008 @ 07:17 pm
Fazia muito tempo que eu não aproveitava um feriadão tão bem como fiz nesse último. Não importa se sexta passei boa parte da tarde fazendo prova porque o melhor veio depois desse dia em diante. Eu não preciso de muito pra me divertir, só sou rigorosa quanto à companhia. Não fiz nada de mais, só pequenas coisas que eu quase já estava perdendo o costume e desaprendendo, se é que isso é possível, com pessoas que só engrandecem qualquer tipo de atividade, que eu me sinto muito à vontade. Eu espero que o meu tempo livre daqui pra frente seja bem aproveitado assim como foi, porque é disso que eu realmente gosto. Filme, café, conversa, risada já me bastam.
Só pra reforçar: "Não importa a tua escolha, tu sabe que tem o meu apoio pra tudo, bem como eu sei que eu terei o teu e a tua amizade sempre."
 
 
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Não só para o ano, mas para sempre, porque caso eu não tenha, não vai dar para conciliar tudo o que eu tenho para fazer desde a data de hoje. É nesse tipo de situação que a gente pára e dá valor para tudo o que se tem, e se pergunta se todo o tempo que teve livre até hoje foi de fato produtivo ou aproveitado. Sempre é oportuno ressaltar: deixar trabalhos grandes para a última hora num domingo e como conseqüência ter de ir dormir quase 4 horas da manhã, não é "legais".






Fica a dica.
 
 
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30 April 2008 @ 07:42 pm
Dire Straits.
 
 
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27 April 2008 @ 03:20 pm
Eu nem sei por onde começar a falar sobre esse livro, porque tudo que o envolve é meio diferente, desde o modo em que ele chegou a mim até o sentimento que ele transmite. Iniciei e acabei a leitura nesta madrugada e me senti quase que obrigada a escrever sobre na mesma hora.
Primeiro, porque a obra se trata de uma homenagem do autor para a sua esposa à sua melhor forma de expressão: a escrita. Tão simples e tão rica, é quase uma tentativa de desculpar-se pelos seus erros, sendo o principal deles, eu diria, o fato de não aceitar, não admitir que a amava mais que tudo e que sua existência "inexistente" - tal qual o próprio André Gorz escreveu - dependia totalmente dela.
Segundo, porque o autor era jornalista. Com isso percebi o isolamento que a profissão pode trazer, porém, apesar disso, me senti mais atraída ainda por ela. Adorei a passagem que fala que o jornalista nunca pára de trabalhar e que sente necessidade de fazer anotações a qualquer hora do dia ou da noite, a qualquer momento. É o que eu deveria fazer. Eu poderia escrever milhões de coisas mas quase sempre não faço por pura preguiça e tudo aquilo que estava na minha cabeça acaba caíndo no esquecimento.
Terceiro: cheguei a conclusão de que jamais conseguirei escrever um livro tão bom quanto os que leio. André no livro também diz que tudo pareceu mudar quando teve a sua primeira obra publicada, que parecia que havia perdido o interesse nela depois disso. Cabe a mim então admirar, ler, reler e no máximo dar minha opião sobre. E só.
Quarto: No livro me identifiquei com vários "conceitos" do autor que eu nunca parei para botar no papel ou nunca consegui formular com palavras, denovo talvez pela preguiça ou até incompetência.
E quinto e último, talvez o mais importante: o fato de o livro ter sido uma indicação da Lê, que me disse o que eu sentiria - e realmente senti - depois de lê-lo.
 
 
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23 April 2008 @ 07:26 pm
... foi o suficiente para eu me apaixonar mais ainda pela minha escolha. Eu já fui lá várias vezes, mas eu nunca tinha entrado do prédio da Famecos, nas salas de aula, no auditório, nos estúdios e tudo mais. Jornalismo é o que eu realmente quero!
Me senti tão bem lá hoje e fiquei mais fascinada ainda com tudo o que o curso e a faculdade oferecem. Óbvio que por ser particular não há como comparar com a Federal, mas putz! Desde o teu primeiro dia tu já pode sair fazendo estágio voluntário na rádio, nos programas de tv, no jornal virtual e etc. Fora isso, outra coisa muito interessante é um programa de mobilidade acadêmica - se não me falha a memória - que funciona como um intercâmbio: tu paga um número X de créditos para a faculdade e pode estudar no exterior em alguma faculdade que tenha convênio com a PUC, sem atrasar o curso. Meu interesse sempre foi maior na área impressa, redação, fotografia, porém, depois de ver o rádio e a tv é impossível não adorar. Sem falar na estrutura em si que a faculdade oferece, com equipamentos, estúdios e uma sala cheia de Macs.
Não importa quanto eu vou ganhar, se o meu estágio vai ser remunerado ou não, porque eu vou fazer o que eu realmente gosto, e essa paixão só tende a aumentar.



Em dezembro, fazer vestibular com força total. Eu quero o 1º lugar!
 
 
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18 April 2008 @ 11:34 pm
Só se pára para pensar quando acontece próximo à gente. Tudo passa tão rápido, vira rotina, fica maquinal. Simplesmesnte se faz porque virou hábito. E assim vamos envelhecendo, o tempo passando cada vez mais rápido e menos aproveitado, a vida é desperdiçada. Digo isso porque hoje fiquei sabendo que uma vizinha minha faleceu pela madrugada. Eu fiquei meio que em choque durante o resto do dia após receber a notícia. Eu nem conhecia a mulher, mas pela idade e a forma com que veio a falecer, ficou a impressão de algo inacabado, interrompido. Será que dá tempo de se fazer tudo o que se quer, de realizar os sonhos, de realmente viver? Acho que sei a resposta mas, por hora, creio que é melhor ocupar a minha cabeça com outras coisas...
 
 
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13 April 2008 @ 08:13 pm
Quando me dizem que gasto horrores com shows e etc eu digo: uma das melhores coisas da vida é ver uma banda que tu gosta muito ao vivo, ali, perto de ti. Nada substitui a emoção. Ontem fui em mais um, lotado mas bem diferente dos outros.
A noite foi do Ray e do Robby claro, mas os músicos que os acompanharam também merecem elogios. Manzarek foi o mais louco e conseguiu chamar muito mais atenção que o vocalista, com direito a cerveja durante o show, comentários sobre cachaça, chute no banquinho e Light My Fire com os pés. O Krieger me pareceu melhor do que nunca, tocando muito apesar da idade. Só quem esteve lá e ouviu Spanish Caravan para acreditar nisso. Brett Scallions saiu com uma imagem positiva ao menos para mim. Ele em momento algum quis ocupar o espaço de Jim, e sim lembrou e ergueu uma bandeira da platéia em homenagem.
Quanto ao repertório, clássicos! Senti falta de Roadhouse Blues, The End, Moonlight Drive, People Are Strange... mas só o fato de a banda vir para cá compensa.
Foi um show dançante, digamos; o pessoal não queria empurrar e sim espaço para dançar conforme o corpo se manifestasse ao sentir as músicas. O público as conhecia, cantava junto e, quem não dançava ficava parado de admiração e surpresa.
As minhas acompanhantes nesse show não poderiam ter sido melhores. A noite sem elas não teria sido a mesma.
Foram 2 horas maravilhosas que fizeram valer à pena a distância do local, o valor e as cinco horas em pé. Não há dinheiro que substitua tudo isso. E eu saí de lá muito feliz, completamente rouca, pronta pra outra e com a certeza de que Jim se fez presente sim.
 
 
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09 April 2008 @ 10:38 pm
Falta pouco. The Doors sem Jim é um baita desfalque, mas pelo menos 2 dos membros da formação genuína estarão presentes no show. O importante é que fãs da banda estarão todos juntos ouvindo os clássicos ao vivo. The Lizard King se fará presente sim, na mente de cada um, ali, um desejo de todos...
 
 
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30 March 2008 @ 04:43 pm
Hoje, meu quarto voltará ao meu comando. Meu vô quebrou um osso do braço e deslocou outro, fez a cirurgia na quinta-feira da semana da Páscoa e sábado recebeu alta. Domingo voltamos pra casa e ele veio junto para ficar sob os cuidados da minha mãe, hoje ele voltou para casa. Querendo ou não, a rotina foi afetada, os ânimos não estavam muito bons, todos estressados. O maior problema é a exagerada preocupação do vô. A cirurgia deu certo e ele não teve nenhuma complicação até agora, o inchaço que se manisfestou é bem normal. Só que ele não concorda com isso, não aceita que se abrirem o teu braço e colocarem uma placa de platina e pinos é óbvio que o teu corpo vai se manisfestar. Tem horas que incomodava de propósito, outras eram até compreensíveis... fazer o quê?
O que me magoa é que parece que tudo o que se fez por ele não foi o suficiente. Ele queria estar no hospital e ter um médico se caso ele achasse que havia algo errado, só que ninguém tem cacife pra isso... Me magoa, porque a maior sacrificada no final das contas foi a minha mãe.


Mudando o assunto: acabei de ler o Vol. III da Torre Negra, hoje pretendo iniciar o IV. É a milésima vez que digo isso, mas a cada livro a história consegue ficar melhor.
 
 
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23 March 2008 @ 09:43 pm
Foi mais expuragação do que descanso e encontro. Eu fico cada vez mais abismada quando eu vou pra terra que seguiu adiante, se é que me entende.
Chocolate para uns bons meses... não é exagerada a quantia de 7 caixas de bombons iguais?
 
 
 
 

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